Plastinação com polímeros de procedência nacional como alternativa àqueles comercializados pelo inventor da técnica

Resumo: Este projeto objetiva identificar e testar diferentes polímeros de silicone, epóxi e poliéster, como alternativas àqueles fornecidos pela indústria alemã Biodur para a técnica da plastinação.
Para a realização do experimento serão usados rins e cérebros bovinos doados pelo frigorifico Mafrical. Em cada protocolo com impregnação por silicone, serão utilizados dois rins com o silicone S10 da marca Biodur (controle) e dois com o silicone da marca Polisil (teste). A técnica é dividida em quatro etapas: a fixação, a desidratação, a impregnação forçada que serão desenvolvidas em temperatura ambiente ou a baixas temperaturas, e a catalisação química. Para o protocolo com poliéster e epóxi, serão utilizados os cérebros.
Na fixação, as peças serão submersas em solução de formaldeído a 10%. Então, os espécimes serão desidratados com sucessivos banhos de acetona com alta pureza. Com o espécime já desidratada, segue-se para a impregnação forçada onde a acetona será substituída por um polímero por um dos três polímeros, conforme protocolo. Após essas etapas, seguida a catalisação, as características das peças serão analisadas e comparadas entre si. Com esta pesquisa, espera-se identificar alternativas aos polímeros importados, facilitando e reduzindo os custos do processo aqui no Brasil.

Data de início: 2015-05-01
Prazo (meses): 36

Participantes:

Papelordem decrescente Nome
Aluno Mestrado Bruno Magela de Melo Siqueira
Aluno Mestrado Laíssa da Silva Juvenato
Aluno Mestrado Yuri Favalessa Monteiro
Colaborador Aurélia Araújo Fernandes
Coordenador Ana Paula Santana de Vasconcellos Bittencourt

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